DSDM: tudo que você precisa saber sobre essa metodologia ágil

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Conhecidas mais amplamente a partir dos anos 2000, mas com origens que remontam à década de 80, as metodologias ágeis são ferramentas que têm conquistado cada vez mais espaço. Isso porque, com o aumento da competitividade entre as empresas, elas oferecem a possibilidade de atender a uma demanda crescente por projetos bem estruturados, rápidos e personalizados para os clientes.

Atualmente, existem diversos métodos ágeis presentes no mercado. Cada um deles voltado a um tipo de solução que exige uma forma específica de trabalho, com o intuito de suprir as necessidades para o desenvolvimento de projetos de maneira mais produtiva, eficiente e flexível.

Um método ágil muito utilizado tanto no meio tecnológico como no desenvolvimento de projetos é o DSDM. E é sobre ele que falamos neste artigo. Vamos apresentar o que é o método, como funciona e por que adotá-lo no gerenciamento dos seus projetos. Acompanhe!

O que são metodologias ágeis?

Existem muitos equívocos acerca desse assunto, pois são poucos os que, de fato, sabem o que são métodos ágeis de desenvolvimento. Por isso é importante clareamos esse conceito antes de focarmos nas características do DSDM.

Metodologias ágeis são métodos de trabalho baseados em resoluções práticas ou empíricas. Ao contrário das metodologias conhecidas como “waterfall”, que são usadas para projetos previsíveis (como as apresentadas no PMBOK, para projetos de engenharia e arquitetura, que têm escopos claros e objetivos), as metodologias ágeis são recomendadas para projetos com um escopo que evolui ao longo do tempo.

Elas funcionam por meio da divisão dos problemas em etapas de resolução menores, envolvendo todos os membros da equipe, gestores e clientes. Cada uma dessas etapas constitui uma iteração que foca em atingir um objetivo (escopo) relevante para o projeto.

Dessa forma, podemos afirmar que a gestão de projetos realizada conforme essas metodologias ágeis é desenvolvida por meio de entregas incrementais, ou seja, um software nunca é entregue de maneira fechada como se estivesse pronto ou acabado. Na verdade, melhorias são construídas ciclicamente, aprimorando as entregas anteriores de forma totalmente interativa.

Estas metodologias suportam, inclusive, o desenvolvimento de soluções através do conceito do mínimo produto viável (MVP), onde cada iteração (se possível, desde a primeira), pode entregar um produto viável para o mercado, mesmo que não apresente a solução completa proposta no projeto.

Agora que você já sabe o que são métodos ágeis, vamos conhecer mais sobre um dos seus principais representantes: o DSDM.

O que é e qual o diferencial do DSDM?

O DSDM (Dynamic System Development Model ou Desenvolvimento de Sistemas Dinâmicos em português), como o próprio nome indica, é um arranjo dinâmico de desenvolvimento de sistemas criado no ano de 1990, no Reino Unido, por meio do consórcio DSDM.

O consórcio formado pela reunião de especialistas e consultores da área de engenharia de software somou o seu know-how para desenvolver uma extensão independente do RAD (Rapid Application Development) para o uso em projetos com prazos e orçamentos restritos.

O resultado da iniciativa é o DSDM. Uma solução que também é reconhecida como sendo o pai dos métodos ágeis e que foi pensada para o desenvolvimento de projetos de alta qualidade, mas limitados em termos de prazos curtos e orçamentos fixos. Essa rigidez um pouco mais acentuada é o que diferencia o DSDM de outras metodologias.

Como funciona o DSDM?

As melhores práticas que caracterizam essa metodologia são:

  • desenvolvimento incremental (ciclo contínuo de melhorias das versões anteriores);
  • colaboração entre cliente e equipe de trabalho;
  • funções integradas;
  • flexibilidade nas exigências.

Como observamos no início, o funcionamento do DSDM está baseado na construção e na entrega de partes de um módulo que, em seguida, são interligadas a outras de maneira sucessiva até que os requisitos e as funcionalidades do software ou projeto em questão estejam todos implementados.

Outra particularidade sobre o funcionamento do DSDM é a interação frequente entres os usuários finais e a equipe de desenvolvimento, que trocam informações entre si em cada novo estado do projeto e a cada novo período de testes.

Diante de tudo isso, fica mais fácil você compreender por que as empresas devem investir no uso desse método tanto no desenvolvimento tecnológico como na otimização dos seus projetos e processos organizacionais, certo?

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